Quais os melhores horários para postar no Facebook
Por
Ronaldo Marinho
(8 de Novembro de 2011)
Os posts no Facebook relacionados a marcas de varejo que são enviados durante o período das 20:00 às 7:00 horas apresentam uma taxa de engajamento dos usuários 20% maior em termos de uso da função “Curtir” e de taxa de comentários quando comparados as mensagens escritas durante o período das 8:00-19:00 horas, de acordo com estudo de setembro de 2011 da Buddy Media. Entretanto, dados do trabalho “Strategies for Effective Facebook Wall Posts” indicam que 89% das marcas de varejo realizam suas postagens entre às 8:00-19:00.
A análise da Buddy Media diz que nestes horários muitos usuários do Facebook estão ocupados, não tendo tempo para entrarem em suas contas na rede social. O estudo propõe que as marcas se utilizem de agendas de envio automáticas para mandar mensagens nos horários de maior engajamento por parte dos usuários.
O engajamento dos fãs em murais de varejistas no Facebook aumentam nas quartas-feiras e domingos, que apresentam valores respectivamente 8% e 2% superiores a média. Por outro lado, mensagens postadas nos murais nas quintas-feiras têm a menor taxa de engajamento, 6% inferior a média, seguido por segundas e terças, com uma média cerca de 2% inferior.
No entanto, os varejistas postam de maneira irregular as mensagens em seus murais ao longo da semana, com um pequeno aumento nas quartas-feiras. Poucos posts são realizados nos finais de semana, a despeito de suas taxas de engajamento relativamente altas.

As vezes menos é mais
O estudo indica que marcas que postam uma vez por dia apresentam engajamento dos fãs 40% superior ao das que postam três vezes ou mais. As taxas de uso da função “like”para marcas que escrevem de 1-2 mensagens por dia é 32% superiores das que o fazem 3 ou mais vezes, enquanto as taxas de comentários são 73% maiores.
Do mesmo modo, a taxa de engajamento diminui a medida que aumentam o número de mensagens enviadas em uma semana. Marcas que enviam de 1-4 mensagens por semana apresentaram taxa de engajamento dos fãs 71% maior do que aquelas que escrevem 5 ou mais mensagens na semana.
A Buddy Media aconselha aos varejistas se focar na qualidade, e não na quantidade de posts, e enviar mais de duas mensagens em um dia apenas se elas contiverem conteúdo exclusivo, como por exemplo, destaques de produtos com vendas que durarão por apenas um dia.
A maioria dos consumidores online afirma que as empresas devem se comunicar via redes sociais uma vez ao mês, ou até mesmo no máximo uma vez na semana, segundo um relatório de abril de 2011 do ROI Research e Performics. Dados do estudo “S-Net: A Study in Social Media Usage and Behavior” indicam que 28% dos consumidores online afirmam que a comunicação via redes sociais deve ser conduzida em até uma vez no mês, enquanto 26% afirmaram que a comunicação deve ocorrer no máximo em uma semana. Apenas 3% afirmaram que deva ocorrer em mais de um dia e 7% diariamente, enquanto 4% acreditam que as marcas não devam se utilizar deste meio de comunicação.
Mídias Sociais
Como será o comércio eletrônico em 2015
Por
admin
(1 de Novembro de 2011)
O telefone tocou e do outro lado da linha era nosso amigo dizendo que estava em 2015, onde tudo era parecido e diferente ao mesmo tempo.
Estamos em 2015. O mês é setembro e as empresas preparam seus parques tecnológicos para o Natal que este ano promete arrebentar. Em 2014 foram R$ 45 bilhões movimentados na internet, parte em função da Copa do Mundo.
Nosso atual presidente da república vangloria-se dos números dizendo: “Como nunca antes na história deste país, o povo comprou tanto pela internet.”
E de fato é verdade, o programa de Internet Popular do governo federal fez com que no Brasil surgisse uma nova classe de compradores virtuais, que preferem comprar na padaria a partir de seus celulares do que sair de casa para fazer compras. Essa mania pegou nas grandes metrópoles, mas no interior ainda não houve grandes mudanças.
Os shopping centeres estão cada vez mais cheios, mas o volume de negócios realizados lá estão cada vez menores. As pessoas vão ao shopping para ver vitrines, fazer suas refeições, ter lazer e tirar dúvidas com os vendedores, mas a decisão de compra é tomada no Facebook, consultando os amigos e os “trend topics” relacionados ao produto em questão.
O Google também é muito usado, mas perdeu um pouco a credibilidade depois que as empresas descobriram como burlar o mecanismo de inteligência para forçar seus artigos positivos a se sobressairem sobre as reclamações dos clientes.
A televisão aberta vive um momento de guerra por audiência. Brigam empatados pelo primeiro lugar a TV Globo, a TV Record e o YouTube, que já vem instalado em todos os novos aparelhos de TV comercializados no país. As televisões estão mais inteligentes e armazenam os dados dos seus usuários, permitindo que os comerciais sejam segmentados.
Essa inovação também fez crescer o Google TV Rating, que no Brasil está colocando em xeque os números apresentados pelo Ibope na mensuração da audiência. Durante o intervalo da final do campeonato brasileiro no ano passado, 35% do tempo vendido em comerciais foram comprados por lojas virtuais e no UFC Rio deste ano, mais de 50% do espaço foi vendido a lojas virtuais.
O comércio eletrônico já está dominando a televisão, que por conta desta tendência está dando cada vez mais espaço a programas ligados a tecnologia. Até os jornais estão ensinando a comprar pela internet.
E o comércio eletrônico está muito diferente de como fazíamos em 2011. Naquela época o comprador usava o seu notebook ou desktop e pagava no cartão de crédito. Hoje 50% das transações online são feitos pelo celular e pagas via SMS, um novo meio de pagamento criado no Brasil pelas operadoras de telefonia em face ao desinteresse dos bancos com a segurança no cartão de crédito para transações online.
Os grandes sites dominam 80% do comércio eletrônico. Dos grandes varejistas, aqueles que atuam estritamente no interior ainda podem se dar ao luxo de não ter um portal de comércio eletrônico. O comércio eletrônico se profissionalizou e as empresas investem mais verba em publicidade online e divulgação de suas lojas virtuais do que no mundo real.
O sistema de leilão de anúncios praticado pelo Google e outros portais está saturado. O custo do clique chegou a valores astronômicos e impeditivos aos pequenos comerciantes. E não importa mais o que você procura, você sempre chega nas páginas de uma das treze mega corporações mundiais.
Na área de buscadores, surgem novos sistemas, baseados em um novo modelo de negócio: eles curiosamente não aceitam a entrada de links patrocinados de grandes empresas. É um mundo underground dos pequenos, que vem ganhando força a cada mês com novos adeptos cansados de pesquisar no Google e cair sempre nos mesmos treze players do mercado.
Os sites de compras coletivas se restringiram a ofertas de restaurantes e turismo e uma nova febre está começando a surgir: as cooperativas de anúncios, que permitem aos pequenos lojistas virtuais divulgar seus produtos em grandes portais como UOL, Google, Mercado Livre, Facebook, Twitter e Buscapé no modelo cooperativa, fazendo frente aos grandes anunciantes já que compram espaços no atacado e distribuem entre seus cooperados. Uma das pioneiras neste negócio e hoje líder de mercado é o Alameda Shop.
E o que eu posso dizer daqueles que não acreditaram no comércio eletrônico quatro anos atrás, em 2011? Ou estão longe das grandes metrópoles ou estão desesperados atrás de alguém para fazer sua loja virtual.
O mundo está evoluindo muito rapidamente. Não fique para trás.
Artigo de Renato Ucha
Comércio Eletrônico
As 10 marcas mais curtidas no Facebook
Por
admin
(31 de Outubro de 2011)
O Facebook anunciou ao público uma nova métrica para medir o sucesso de uma página para além do botão Curtir. O recurso, chamado “O que as pessoas estão falando”, calcula quando o usuário iniciou suas atividades em uma página, incluindo as mensagens, comentários, curtir, menções, ações, sondagens, votos, tags de fotos e checkins.
As marcas com o maior número de “Curtir” não necessariamente se classificam da mesma forma com a nova métrica, de acordo com dados do Famecount.
Aqui estão as 10 páginas que os consumidores de marca mais “Curtem”:
1. Coca-Cola: 34.511.504
2. Starbucks: 25.446.846
3. Oreo: 23.092.391
4. Red Bull: 22.427.254
5. Converse All Star: 20.780.055
6. Converse: 20.141.021
7. Skittles: 19.348.317
8. Playstation: 17.420.065
9. Pringles: 13.602.128
10. Victoria’s Secret: 15.343.727
A tendência é de que as pessoas se associem mais às empresas nas redes sociais. Em abril, 177 marcas no Brasil se conectavam com 7,9 milhões de pessoas. Em setembro, já são mais de 300 marcas conectadas com 22 milhões de pessoas no Facebook.
Mídias Sociais
Infográfico sobre o Comércio Eletrônico
Por
Ronaldo Marinho
(31 de Outubro de 2011)
Uma grande parte dos internautas já fez alguma compra em lojas de comércio eletrônico. São diversos fatores que levam as pessoas a procurarem as lojas online para fazerem compras, em geral a maioria diz que a facilidade de comparar preços e a economia de tempo são o que mais os levam a usar o comércio eletrônico.
No Brasil temos grandes empresas atuando neste mercado e todos os dias surgem empresas que querem começar a vender pela internet também. Neste infográfico publicado pela Invest Consulting você vai visualizar alguns dados que nos mostram o tamanho real deste comércio.

Comércio Eletrônico
7 ações de marketing para o sucessos das empresas
Por
Ronaldo Marinho
(30 de Outubro de 2011)
Melhorar o atendimento aos clientes, incentivar funcionários e ter uma atuação de sucesso, devem ser as metas das empresas
Dentro do mundo empresarial é inquestionável relatar que algumas ações e estratégias possuem mais resultados do que outras. Distribuir panfletos no sinal de trânsito, chaveirinhos como brinde ou aqueles "descontões de 5% à vista" são exemplos de ações em que, no mínimo, o empreendedor não deve esperar um retorno satisfatório.
Atualmente, nota-se que o consumidor tem adquirido uma nova postura na hora da escolha de onde e como comprar. Por isso, as empresas devem estar antenadas
em oferecer melhores produtos e um atendimento eficiente. Alias, alguns dos diferenciais oferecidos pelas grandes marcas englobam desde ações voltadas para
o consumidor, passam pela valorização e capacitação dos colaboradores e chegam ao engajamento em ações de responsabilidade social. Nesse contexto, são diversas as vertentes que podem e devem ser trabalhadas pelas empresas, como: inovação e desenvolvimento de produtos, posicionamento de marca e avaliação de campanhas, satisfação e lealdade de clientes, avaliação de qualidade de atendimento, cenário competitivo no ponto de venda e outros. Mas como fazer tudo isso?
A GfK, consultoria e 4ª maior empresa de pesquisa de mercado do mundo, destaca sete ações utilizadas que auxiliam no "ponta pé" inicial para o processo de marketing em diversos segmentos. Confira:
• Utilizar canais de comunicação como redes sociais, blogs, fotologs, instant messaging, SMS etc. para aperfeiçoar o diálogo com o consumidor;
• Trabalhar pela integração e consistência entre todos os canais de atendimento;
• Entender a melhoria do atendimento/serviços ao cliente como um grande desafio;
• Realizar periodicamente pesquisas de satisfação;
• Valorizar os funcionários com ações de prevenção, plano de carreira e redução da rotatividade;
• Monitorar a qualidade dos serviços prestados pelos canais do Contact Center;
• Engajar-se em ações de responsabilidade Sócio-Ambiental e Sustentabilidade.
Para um empreendimento obter resultados, é preciso "sair da caixa", ou seja, trazer novos valores que chamem atenção de seu público alvo.
Dicas